Nutrição – ESSPS

Educação Nutricional & Doenças Associadas

Ácidos Gordos Trans Junho 5, 2008

Filed under: Sem-categoria — angelamarques @ 11:10 pm

 

    Nos alimentos, os ácidos gordos mono e polinsaturados podem apresentar duas formas estruturais diferentes, cientificamente descritas como a forma cis e a forma trans. A que se encontra habitualmente é a forma cis. Durante a hidrogenação dos ácidos gordos mono ou polinsaturados, estes sofrem alterações estruturais fundamentais que levam à transformação da sua estrutura química cis (normal) em trans (anómala).

Os ácidos gordos trans podem formar-se por três processos:

  • Transformação bacteriana dos ácidos gordos polissaturados no aparelho digestivo de animais ruminantes (ex. a vaca) passando depois para a carne, gordura e leite destes ruminantes (este é o processo que produz menor quantidade de ácidos gordos trans);
  • A hidrogenação indústrial das gorduras polissaturadas, para que estas passem do estado líquido ao pastoso ou sólido;
  • O aquecimento e fritura de óleos vegetais a altas temperaturas.

 

Estes ácidos gordos são muito prejudiciais para a saúde (mais ainda doq ue a gordura saturada), porque aumentam os níveis sanguíneos de colesterol LDL (“mau colesterol”) e triglicéridos, e diminuem os de colesterol HDL (“bom colesterol”), estando portanto, associadas a uma maior incidência de doenças cardíacas e vasculares.

Apenas 1% do valor energético diário (no máximo) pode corresponder a estas gorduras.

 

As principais fontes alimentares de ácidos gordos trans são os alimentos que contêm gordura higrogenada e os cozinhados em óleos vegetais submetidos a um sobreaquecimento.

 

Ex:

  • bolachas e biscoitos
  • pão de forma de produção indústrial
  • fast-food
  • batatas fritas de pacote
  • aperitivos
  • snacks de chocolate
  • alguns cereais de pequeno almoço
  • produtos de pastelaria e confeitaria
  • bolos embalados
  • refeições prontr a consumir
  • refeições congeladas e embaladas prontas a consumir
  • alguns gelados
  • etc.

 

Anúncios
 

Ácidos gordos ómega 6

Filed under: Sem-categoria — taniasantos @ 8:59 pm

Os ácidos gordos de série ómega 6 são um conjunto de ácidos gordos polinsaturados (possuem uma dupla ligação  no 6º atómo de carbono dai o seu nome). Estes ácidos gordos desempenham um papel importante no desenvolvimento cerebral, no tempo de vida e estrutura das células e na protecção da pele.

Quando consumidos em excesso têm efeitos prejudiciais para a saúde, tais como:

  • o envelhecimento celular precoce;
  • alterações estruturais das membranas celulares
  • anomalias na multiplicação celular
  • formação abundante de compostos que facilitam o entupimento dos vasos sanguíneos

Fazendo uma alimentação diária saudável e moderando o consumo total de gorduras, o risco de consumir ómega 6 em excesso é praticamente nulo.

Onde se encontra?

  • óleos vegetais (amendoim, soja, girassol, milho)
  • frutos oleaginosos
  • cereais integrais e sementes 
 

Abóbora

Filed under: Valor terapêutico dos alimentos — marlenesantos @ 5:51 pm

Podemos usufruir da abóbora para tratarmos de doenças como:

Artrite: estrair o sumo da abóbora, tmar 1 chávena, 3 vezes ao dia, antes das refições. Aplicar compressas de abóbora ralada nas articulações afectadas, durante 1 hora 2 vezes ao dia.

Bronquite: fazer o seguinte preparo: bater tudo junto 50 g de sementes descascadas, com meio copo de mel e 1 copo de água, e deste prepara tomar 1 colher a cada duas horas.

Queimadura do sol: aplicar localmente abóbora ralada durante 1 hora, depois repetir.

Otite: aplicar sobre a região do ouvido as flores de abóbora ligeiramente assadas ainda quentes.

Verrugas: aplicar no local a seiva da casca de abóbora.

Vómitos na gravidez: mastigar algumas sementes frescas de abóbora.

( Fonte: “Viva Melhor”)
 

Classificação das Vitaminas

Filed under: Vitaminas — angelamarques @ 3:19 pm

V

i

t

a

m

i

n

a

s

H

i

d

r

o

s

s

o

l

ú

v

e

i

s

Nome

Consequências

Da Carência

Papel Principal No Organismo

Necessidades

Mg/Dia

Principais Fontes

Vitamina A

Retinol

·     Paragem do crescimento e perda de peso;

·     Diminuição da visão nocturna

·     Lesões na córnea (xeroftalmia)

·     Alteração na ossificação

 

·    Desenvolvimento normal dos tecidos epiteliais (pele, retina, etc.)

·     Crescimento

0,75

Leite, manteiga, ovos, cenoura  (pró-vitamina A ou caroteno), legumes, frutos vermelhos, tomate

Vitmina D

Calciferol

Raquitismo

Regula o metabolismo do fósforo e do cálcio

0,01

Ovos, manteiga

Vitamina E

Tocoferol

Distúrbio das funções de reprodução

Antiesterilidade

10 a 25

Ovos, leite, óleos de origem vegetal, folhas verdes, frutos oleaginosos

Vitamina K

Hemorragias cutâneas e viscerais

Síntese da protrombina (factor essencial à coagulação do sangue)

1 na criança

 

3 a 4 no adulto

Ovos, legumes verdes, luzerna, cereais, leite, leguminosas secas

L

i

p

o

s

s

o

l

ú

v

e

i

s

Vitamina C

Ácido Ascórbico

Escorbuto

·     Metabolismo celular

·     Participa na formação do tecido conjuntivo, na estrutura do tecido ósseo e dos capilares

30 a 60

Fruta citrina, tomate, legumes, saladas cruas (couve e agrião)

Vitamina B1

Tiamina

Beribéri – manifesta-se por falta de apetite, fadiga, fraqueza muscular, miocárdio, polinevrite

·     Respiração celular

·     Necessária ao crescimento

0,3 nos bebés

1,3 a 1,8 no adulto

Levedura de cerveja, frutos oleaginosos, legumes secos, cereais, ovos, leite

Vitamina B2

Riboflavina

·     Dermatoses

(dermatite soborreica)

Glossite

·     Lesões oculares

·     Respiração celular

·     Crescimento

Entre 0,4 e 1,5 a 2

Cereja, levedura de cerveja, ovos, leite, folhas dos vegetais verdes

Vitamina B12

Cinocobalamina

Anemia megaloblástica macrocítica ou anemia perniciosa

·     Essencial para a maturação dos glóbulos vermelhos da medula óssea.

·     Para a absorção da vitamina B12 é necessária a presença no intestino do factor intrínseco de natureza glicoproteica

3 microgramas

Leite, ovos, alguns vegetais

 

O Azeite

Filed under: Sem-categoria — chocolatinhos @ 8:20 am

O AZEITE  auxilia na redução do colesterol LDL. A sua ingestão em vez de margarina ou manteiga pode reduzir em até 40% o risco de doenças do coração. A quantidade recomendada é 15 mililitros por dia ou uma colher (de sopa rasa). No entanto convém não abusar!

 

Gordura Monoinsaturada

Filed under: Gorduras — taniasantos @ 7:42 am

É um tipo de gordura predominantemente constituída por ácidos gordos monoinsaturados. É benéfica, visto que pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol (“mau colesterol”) no sangue. Este tipo de gordura é a que deve ser consumida em maior quantidade, visto ser aquela que o nosso organismo melhor tolera.

Onde se encontra?

  • Azeite e azeitonas
  • Frutos oleaginosos (amêndoas, amendoins,nozes)
  • Sementes de sésamo
  • Abacate
 

Cozinha saúdavel

Filed under: Sem-categoria — carinarocha @ 12:46 am
  1. Elimine o alumínio

    Substitua as panelas de alumínio (que soltam resíduos) por panelas de vidro inox ou barro. O alumínio é um metal tóxico que não deveria ser ingerido pelo corpo humano, pois o seu excesso pode levar a doenças como o Alzheimer.

  2. Abasteça a sua cozinha com saúde

    Compre frutas frescas, legumes coloridos e verdura
    s de todos os tons de verdes. Vá, aos poucos, substituindo o sal por especiarias naturais, como a salsa, cebolinha, coentros, louro, pimenta ou açafrão. É que o excesso de sal no organismo causa o enrijamento das artérias, hipertensão arterial, maior tendência para enfartes, derrames e retenção de líquidos.
  3. Cozinhe a vapor

    Esta é uma maneira saudável de preservar o sabor dos alimentos. Mas atenção a temperatura da água não deve ultrapassar os 100ºC, para não oxidar os alimentos. As carnes, fontes de proteínas, podem e devem estar presentes na mesa, desde que sejam magras e alternadas durante a semana: vermelhas – bovino e porco, e brancas – frango e peixe. Preferencialmente, prepare-as assadas ou cozidas e evite os fritos.

  4. Aproveite o açúcar natural

    Pode encontrar em cereais, legumes e frutas, e é uma maneira de suprimir do organismo a necessidade de glicose. Na verdade, não precisamos do açúcar dos doces, que faz mal e engorda. Pode ser substituído por açúcar mascavado, que é rico em nutrientes e não contém químicos. Mas cuidado com a quantidade, porque o mascavado engorda tanto como o açúcar comum.  

Adaptado de: “Saúde e bem estar”